Pão Sem Glúten (2ª versão)

Duas versoes de pao sem glutenComo o prometido é devido”, hoje compartilho com vocês a 2ª versão de Pão Sem Glúten!

“Pão é tradição”, e como tal, esta iguaria tão apreciada pela grande maioria dos portugueses, continua a fazer parte do dia-a-dia da maioria de vocês, acompanhando fielmente as vossas refeições.

Mas, como referi na 1ª versão de Pão Sem Glúten, o pão de hoje, nada tem a ver com o Pão de Cristo… Atualmente a maior parte dos pães comercializados contêm percentagens elevadíssimas de glúten, o que a longo prazo desencadeia diversos problemas de saúde, mesmo para aqueles que não são intolerantes a esta proteína – glúten!

Quando iniciei esta nova maneira de viver e optei pela Dieta Paleo/Primal senti por várias vezes vontade de comer pão, pois sempre estive muito habituada a comer pão com manteiga, pão com queijo, tostas, … E com este novo estilo de vida, já não podia fazê-lo!

Comprar Pão Sem Glúten ou um mix de farinhas sem glúten para fazer pão em casa, também não era uma opção saudável, pois a grande maioria destas opções, apesar de não possuírem glúten, contém ingredientes na sua composição, pouco saudáveis!

É bom reforçar a ideia de que não basta retirar o glúten ou o açúcar da nossa alimentação… É claro que é imprescindível eliminar estes dois elementos, mas além disso importa manter uma alimentação saudável, baseada em ingredientes simples, básicos e os mais naturais possíveis!

Quanto menos alimentos rotulados comprarmos, melhor!

Quando compramos alimentos rotulados, temos que prestar muita atenção aos ingredientes que os compõem e quanto menos estes forem, melhor!

Espero que todos os que iniciaram agora a Dieta Paleo/Primal se sintam motivados, pois não precisam deixar de comer pão. Podem continuar a comer, não o pão tradicional a que estavam habituados, mas uma nova versão, muito mais saudável e que contribuirá para manter a vossa saúde e não, para vos conduzir à doença!

A 2ª versão tem algumas alterações em relação à 1ª que publiquei, tornando o que já era bom, num pão ainda melhor!

Experimentem e escolham a versão que mais vos agrada, e não se esqueçam que uma mente aberta é essencial para quem quiser percorrer este caminho!

Então, esta é a 2ª versão de Pão Sem Glúten!

Ingredientes:

 

4 Colheres de sopa de farinha de arroz (sem glúten);

2 Colheres de sopa de farinha de coco;

4 Colheres de sopa de polvilho azedo (fécula de mandioca);

3 Colheres de sopa de farinha de amêndoa (podem comprar amêndoas inteiras e tritura-las num processador);

3 Colheres de sopa de sementes de linhaça moídas;

2 Colheres de sopa de farelo de aveia (sem glúten);

2 Colheres de sopa de fermento;

1 Ovo;

1 Pitada de sal marinho;

2 Iogurtes naturais;

Água q.b.

Modo de Preparação:

 

Num recipiente, comecem por misturar todos os ingredientes secos, ou seja: a farinha de arroz, a farinha de coco, o polvilho azedo, a farinha de amêndoa, a linhaça moída, o farelo de aveia, o fermento e o sal marinho.

Em seguida, acrescentem aos vossos ingredientes secos, 1 ovo inteiro, 2 iogurtes naturais e misturem bem. No final adicionem água suficiente para dar liga à vossa massa (normalmente ¼ do copo de iogurte é suficiente).

Para finalizar, barrem com manteiga uma forma de bolo inglês e vertam na forma a massa do pão.

Coloquem o pão no forno, que deve estar previamente aquecido, a 180 graus.

O tempo de cozedura pode variar de forno para forno, mas para saberem se o vosso pão se encontra cozido, usem a técnica do palito!

Quando o pão estiver cozido, retirem-no do forno, deixem arrefecer um pouco e desenformem-no.

Comam Pão da forma que mais gostarem: simples, com queijo, com manteiga, em torradas, em tostas… A receita é minha, mas a opção é vossa!

P.S. A farinha de arroz e a aveia não são usados na dieta Paleo, mas considero que este pão, consumido com moderação, é bastante saudável e uma ótima alternativa ao pão tradicional!

Bom apetite!

Duas versões de pão sem glúten

Duas versões de pão sem glúten

 “E como a saúde é o nosso bem mais precioso, comam com prazer, de forma saudável e sem sentimentos de culpa, o vosso corpo agradece! (Carla Coelho)

 

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